Pesquisa mostra o que as pessoas esperam da religião de seus descendentes

A pesquisa revelou, entre outras, que as mulheres são mais confiantes de que seus filhos seguirão a religião que elas adotaram.

Uma pesquisa feita com mil pessoas entre setembro e outubro pela consultoria OThink, de gestão de negócios, apontou que 18% dos entrevistados acreditam que os filhos, netos e bisnetos terão a mesma religião que eles em 2050.

Para 27%, os descendentes terão uma religião diferente. E 55% responderam não saber se seus herdeiros seguirão a mesma fé.

As mulheres são mais confiantes que os homens de que seus filhos e netos seguirão a religião que elas adotaram: 22%, contra 16% dos homens.

A chamada “classe A” é a que menos acredita que a religião de seus descendentes continuará a mesma da deles: 16%, contra 21% da faixa de população definida como “classe C”.

Fonte: Folha de São Paulo

Cientistas ateus com filhos adotam tradições religiosas, diz pesquisa

Estudo revelou que 17% dos cientistas que se declaram ateus e que possuem filhos, adotam tradições religiosas.

Estudos já demonstraram que as pessoas religiosas são mais felizes do que os ateus.

E, a depender de suas ações em relação aos próprios filhos, os ateus também parecem acreditar nisso.

Um novo estudo revelou que 17% dos cientistas que se declaram ateus e que possuem filhos, adotam tradições religiosas.

Uma das conclusões do estudo é que esses cientistas ateus querem que suas crianças conheçam as diferentes religiões para que possam tomar decisões mais bem fundamentadas a respeito de suas próprias preferências religiosas.

Escolha religiosa

“Nossa pesquisa mostrou o quão intimamente ligadas estão a religião e a família na sociedade – tanto que mesmo algumas das pessoas menos religiosas da sociedade acham que a religião é importante em suas vidas privadas,” afirmou Elaine Howard Ecklund, da Universidade Rice (EUA).

O estudo incluiu 275 cientistas de 21 universidades de elite dos Estados Unidos, que se declararam ateus, de uma amostra de 2.198 pesquisadores.

“Nós pensávamos que essas pessoas estariam menos inclinadas a iniciar suas crianças nas tradições religiosas, mas descobrimos que é exatamente o contrário,” disse a pesquisadora.

“Eles querem que suas crianças tenham escolha, e a exposição a todas as fontes de conhecimento é mais consistente com sua identidade científica,” afirma.

Fontes de conhecimento

Os cientistas citaram várias razões pessoais e sociais para integrarem a religião em suas vidas.

A primeira delas foi o desejo de expor suas crianças a todas as fontes de conhecimento, o que inclui a religião, permitindo que elas façam suas próprias escolhas sobre sua identidade religiosa.

Outro fator importante foi a influência do esposo ou esposa, quando os cientistas foram levados à prática religiosa por influência do parceiro.

Por último, destaca-se o desejo de integração com a comunidade, em busca de um comportamento e de uma comunidade morais, mesmo que eles próprios não concordem com a argumentação religiosa.

Fonte: Diário da Saúde

Redes sociais podem elevar risco de abuso de drogas entre jovens

O tempo gasto em redes sociais aumenta o risco de que adolescentes fumem, bebam e usem drogas, segundo uma pesquisa nacional sobre atitudes de norte-americanos quanto ao abuso de drogas.

Em um dia comum, 70 por cento de adolescentes de 12 a 17 anos –ou 17 milhões de jovens– passaram de um minuto a horas no Facebook, Myspace e em outros sites de redes sociais, de acordo com o Centro Nacional de Dependência e Abuso de Substâncias (CNDAS) na Universidade da Columbia.

Nessa mesma faixa etária, adolescentes que usam redes sociais com muita frequência têm cinco vezes mais chance de usar tabaco, três vezes mais chance de ingerir álcool e duas vezes mais chance de usar maconha do que jovens que não passam nenhum momento do dia em redes sociais.

“Os resultados são profundamente preocupantes… o mundo da Internet, no qual tudo é permitido, a expressão é livre e a programação da televisão é sugestiva, adolescentes são postos em um risco maior de abuso de substâncias”, disse o fundador e presidente do centro, Joseph Califano Jr, em comunicado.

Os resultados da pesquisa revelaram que metade dos adolescentes que passaram algum tempo online em redes sociais em determinado dia viram fotos de jovens “bêbados, desmaiados ou usando drogas nesses sites”.

Mesmo os catorze por cento dos adolescentes que afirmaram não passar nenhum tempo nesses sites de redes sociais disseram ter visto fotos de jovens bêbados, desmaiados ou usando drogas nos sites.

Adolescentes que haviam visto tais fotos também mostraram ter duas vezes mais chances de pensar em experimentar drogas no futuro, e ficaram muito mais propensos a ter amigos que usam drogas ilegais.

Fonte: Reuters

Proporção de católicos volta a cair no Brasil; crescem evangélicos e ateus

Segundo estudo da FGV, católicos são 68,4% da população brasileira, contra 73,8% em 2003

A Igreja Católica voltou a perder adeptos no Brasil, enquanto cresceu a quantidade de evangélicos e de pessoas que se declaram sem religião, aponta estudo publicado nesta terça-feira pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas.

Segundo o Novo Mapa das Religiões, coordenado pelo pesquisador Marcelo Néri, os católicos passaram de 73,8% da população em 2003 para 68,4% em 2009 – uma queda de 5,4 pontos percentuais.

Ao mesmo tempo, os evangélicos passaram a representar 20,2% da população, contra 17,9% em 2003. O grupo dos “sem religião” (ateus e agnósticos), que era de 5,1% em 2003, subiu para 6,7% em 2009.

O levantamento foi feito a partir de dados de mais de 200 mil entrevistas da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do IBGE.

A queda na participação dos católicos na população vem sendo lenta, porém constante, desde o início do século passado, mas havia se mantido estável na medição anterior da FGV, entre 2000 e 2003.

“Chegamos em 2009 ao menor nível de adeptos ao catolicismo na nossa história estatisticamente documentada”, diz o estudo. “Observamos a queda na proporção de católicos em todas as faixas etárias. Essa mudança foi menor para os grupos com idade mais avançada e maior entre os jovens.”

Tal redução abriu espaço tanto para ateus e agnósticos como para outras crenças.

“A (igreja evangélica) Assembleia de Deus já é a segunda maior igreja do Brasil (em número de adeptos), com grande importância nas classes D e E”, explicou Marcelo Néri à BBC Brasil. “E a crença espírita já é a segunda maior na classe AB.”

No caso dos evangélicos, o crescimento relativo de adeptos se dá em todas as faixas etárias, embora de maneira mais pronunciada entre os jovens.

Na emergente classe C, os evangélicos representam 21,5% da população – mais do que a média nacional (20,2%).

Religião e renda

O catolicismo é a religião é mais presente nos níveis extremos do espectro de renda (72,7% na classe E e 69% na AB), enquanto as crenças evangélicas pentecostais se popularizam nos níveis intermediários inferiores da distribuição de renda (representa 15,3% na classe D). Os evangélicos tradicionais estão concentrados na faixa AB (8,35%) e C (8,7%).

No que diz respeito à divisão geográfica, a maior concentração de católicos é nos Estados do Nordeste brasileiro – no Piauí, 87,9% da população é católica, contra 68,4% da média nacional.

“Os dados demonstram claramente que a velha pobreza brasileira (como áreas rurais do Nordeste, mais assistidas por programas sociais) continua católica, enquanto a nova pobreza (como a periferia dessasistida das grandes cidades) estaria migrando para as novas igrejas pentecostais e para os segmentos sem religião”, diz o estudo da FGV.

Ao mesmo tempo, porém, a renda familiar per capita dos evangélicos é 6,9% inferior à dos católicos – justamente pelo fato de o catolicismo ainda ter presença relevante na elite econômica brasileira.

Com relação aos gêneros, as mulheres brasileiras, ao mesmo tempo em que são mais religiosas do que os homens, hoje são menos católicas: entre os que possuem religião, 75,3% dos homens são católicos; entre as mulheres, esse índice cai para 71,3%.

“Enquanto os homens abandonaram as crenças, as mulheres trocaram de crença, preservando mais do que eles a religiosidade”, diz a pesquisa.

Religiões no Brasil

- Os católicos passaram de 73,8% da população em 2003 para 68,4% em 2009
- Os evangélicos passaram de 17,9% em 2003 para 20,2% em 2009
- Os sem religião passaram de 5,1% em 2003 para 6,7% em 2009

Fonte: BBC Brasil

Católicos caem para 68% da população e os evangélicos sobem para 20,2%

Entre 2003 e 2009, o número de católicos no Brasil caiu mais um pouco, passando a representar 68,4% da população, e o de evangélicos subiu, chegando a 20,2%.

É o que mostra pesquisa feita pelo economista Marcelo Néri, da Fundação Getúlio Vargas, do Rio, com base em dados do IBGE, conforme antecipou o site da Veja.

Os católicos já tinham tido uma acentuada redução nos anos 80 e 90 e se estabilizariam, mas naquele período analisado por Néri voltaram a diminuir e desta vez 7%, portanto cerca de um ponto percentual por ano.

Pela primeira vez, entre os católicos, há mais homens do que mulheres.

Em outras pesquisas já divulgadas, o número de evangélicos estaria mais perto dos 30% da população. Essa variação de índice é normal porque ocorre de acordo com a metodologia usada no cálculo.

Ainda assim, a pesquisa de Néri confirma que se mantém a tendência do recuo dos católicos e do avanço dos evangélicos.

Fonte: Paulopes

Mídia faz mulheres obesas se sentirem envergonhadas

Mulheres que estão acima do peso têm maiores chances de se sentirem julgadas pelas pessoas ao seu redor, mesmo que isso não aconteça realmente.

Até mesmo mulheres obesas que possuem amigos e familiares que as apóiam sofrem com altos níveis de vergonha e desconforto em relação ao seu peso.

Baseando-se nesse argumento, um novo estudo aponta que a origem desse estigma da obesidade pode não estar na rede social da mulher, e sim na mídia. A pesquisadora Alexandra Brewis, da Arizona State University (EUA), diz que “se não são as opiniões de amigos e familiares que nos fazem sentir-nos tão mal em relação a estar acima do peso, então o que é? O que parece ser mais provável é que as mensagens da mídia e da cultura pop são tão penetrantes e poderosas que até mesmo o apoio mais amoroso das pessoas mais próximas a nós nos dá apenas uma proteção limitada contra elas”.

Fonte: Boa Saúde

Estudioso explica por que ateus são mais inteligentes que religiosos

O americano Nigel Barber, estudioso das religiões, tem uma explicação para o fato de os ateus apresentarem QI (Quociente de Inteligência) mais elevado do que os religiosos, de acordo com algumas pesquisas.

Para ele, não se pode concluir que os religiosos sejam necessariamente estúpidos.

Barber disse que a vantagem de QI dos ateus se deve muito às boas condições sociais dos países em que vivem, diferentemente do que ocorre onde há mais crentes, com exceções.

Ele observou que o fraco QI de religiosos pode ser consequência, em alguns países, de décadas de baixo nível de renda e de escolaridade, elevado índice de doenças infecciosas (elas comprometem o funcionamento do cérebro), alimentação deficitária e menor rigor no controle dos poluentes ambientais (alguns deles, como o chumbo, reduzem o QI de uma geração para outra).

No Brasil, o médico Drauzio Varella já tinha comentado o chamado efeito Flynn segundo o qual o QI aumenta em curtos intervalos de tempo, na medida em que as nações de desenvolvem.

Ele disse que a primeira vez em que uma coisa foi associada a outra ocorreu em 2001, quando os pesquisadores Lynn e Vanhanen publicaram estudo sobre o QI médio dos habitantes de 81 países.

Varella deu credibilidade a esse estudo considerando que o cérebro é o órgão que mais consome energia, sendo de 87% em recém-nascido, 44% aos cinco anos; 34% aos dez; 23% nos homens e 27% nas mulheres adultas.

Barber, em um recente artigo para o Huffington Post, citou uma pesquisa que comprovou que os investimentos em educação ajudam a elevar o QI da população e, consequentemente, reduz a religiosidade das pessoas.

“A educação melhora o pensamento racional e oferece às pessoas mecanismos não místicos para compreender o mundo”, escreveu. “Em suma, a educação proporciona às pessoas a oportunidade de buscar uma alternativa racional para o dogma religioso.”

Ele ressaltou, contudo, que não dá para afirmar que a inteligência leva as pessoas a rejeitaram a crença, porque se trata de uma questão complexa, com muitas variantes. “Mas é plausível acreditar que as pessoas mais inteligentes não aceitam alguns dos rituais mais improváveis exigidos pelas religiões.”

Fonte: Paulopes

Estudo: 6 horas de TV por dia podem encurtar sua vida em até 5 anos

Assistir muita televisão pode encurtar a vida, de acordo com um relatório divulgado na Austrália. Pesquisa de Universidade australiana descobriu que assistir TV e não praticar exercícios pode ser tão prejudicial quanto fumar.

Segundo o jornal britânico Guardian, o estudo, desenvolvido pela Universidade de Queensland, chegou à conclusão de que após os 25 anos, cada hora à frente da televisão pode encurtar a vida de uma pessoa que não pratica exercícios em até 2,2 minutos.

De acordo com o Dr. Lennert Veerman, um dos autores do relatório, ficar sentado em frente à TV, sem ter o hábito de praticar qualquer atividade física, pode ser tão prejudicial quanto o fumo e a obesidade. “A quantidade de fumantes tem caído, mas o número de pessoas que assistem TV, não. Isso pode implicar até na quantidade populacional”, comentou.

A pesquisa ainda descobriu que australianos assistem a cerca de duas horas de televisão por dia. Sendo assim, suas expectativas de vida diminuem em 1.8 ano para os homens e 1.5 para as mulheres.

No entanto, é importante saber que o estudo se baseia em conceitos simples e bastante conhecidos: ao permanecer muito tempo sentado, sem praticar exercícios, os riscos de mortalidade e, particularmente, de doenças cardiovasculares, aumentam. “Sabemos que a atividade física faz bem à saúde e por isso não achamos estranho que o inverso [ficar sentado em frente à televisão] não seja tão bom”, concluiu o doutor.

O relatório foi baseado em uma pesquisa observacional realizada entre 1999 e 2000 com mais de 11 mil participantes acima dos 25 anos. Na época, o estudo australiano descobriu que assistir televisão por apenas uma hora poderia aumentar em 8% o risco de morte prematura.

Fonte: Olhar Digital

Concepção de Deus altera níveis de preocupação e estresse

Pesquisadores descobriram que as pessoas que acreditam em um Deus benevolente tendem a se preocupar menos e serem mais tolerantes do que as pessoas que acreditam que Deus é um ser punitivo ou indiferente.

David H. Rosmarin e seus colegas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, destacam a urgência de que os profissionais de saúde mental integrem as crenças espirituais de seus pacientes na formulação dos tratamentos.

E, segundo eles, isso ainda é mais verdadeiro no caso de pacientes assumidamente religiosos.

Religião e psiquiatria

“As implicações desta pesquisa para o campo da psiquiatria é que nós temos que levar mais a sério a espiritualidade dos pacientes do que nós fazemos hoje,” afirma Rosmarin.

“A maioria dos psiquiatras está despreparada para conceitualizar como as crenças espirituais podem contribuir para o estado afetivo e, assim, muitos teimam em não integrar esse tema no tratamento de uma forma que seja espiritualmente sensível,” completa.

A pesquisa incluiu inicialmente entrevistas com cristãos e judeus.

As conclusões mostram que as pessoas que confiam que Deus olha por elas têm menores níveis de preocupação e menos intolerância com a incerteza em suas vidas do que aquelas pessoas que não acreditam que Deus virá ajudá-las.

Deus para os judeus

Um segundo estudo trabalhou diretamente com os adeptos do judaísmo, devido às tendências verificadas na primeira pesquisa.

Os voluntários participaram de um programa de duas semanas, no qual assistiam filmes e palestras voltados para aumentar a confiança em Deus e diminuir a desconfiança na ajuda de Deus.

Os resultados foram os esperados em relação à concepção de Deus – aumentando a confiança das pessoas no “ser supremo” – mas também resultaram em diminuições clínica e estatisticamente significativas na intolerância, na incerteza, nas preocupações e no estresse.

“Estas descobertas … sugerem que certas crenças espirituais estão intimamente ligadas à intolerância à incerteza e às preocupações para alguns indivíduos,” concluem os pesquisadores.

Loucura

Eles destacam o fato de que, embora mais de 90% da população afirme acreditar em Deus ou em uma “força superior”, e cerca de 50% afirmar que a religião é muito importante em suas vidas, os médicos ainda não levam a espiritualidade em conta no atendimento aos pacientes.

“Isso é loucura,” diz ele. “Nós nem mesmo perguntamos. Nós não somos treinados para fazer isso. E isso é importante,” afirma, acentuando que não se trata de uma questão religiosa, mas de uma questão de saúde pública.

Fonte: Diário da Saúde

Restrição a religiões cresce na maioria dos países, diz estudo

Quase um terço da população mundial vive em países onde está ficando mais difícil praticar religião livremente, afirmou nesta terça-feira um grupo privado de pesquisas dos Estados Unidos.

O Fórum sobre Religião e Vida Pública do Pew Research Center informou que restrições governamentais e hostilidade pública envolvendo religião aumentaram em alguns dos países mais populosos entre meados de 2006 e meados de 2009, a época em que a pesquisa foi feita.

“Durante o período de três anos coberto pelo estudo, a extensão dos abusos e violência relacionados à religião cresceu em maior número de lugares do que o daqueles em que decresceu”, diz o relatório “Crescentes Restrições à Religião”.

Participantes vão a encontro da igreja La Luz del Mundo no México; liberdade religiosa diminuiu (Ulises Ruiz Basurto/Efe)

Nesses anos, somente cerca de 1% da população mundial vivia em países onde houve maior tolerância religiosa, assinala o texto.

O estudo feito pelo Pew Center em 198 países constatou que aqueles considerados restritivos ou hostis no relatório anterior tiveram o quadro piorado enquanto o oposto foi verificado naqueles com mais tolerância religiosa.

Um aumento substancial da hostilidade pública em relação a grupos religiosos foi observado na China, Nigéria, Tailândia, Vietnã e Reino Unido, enquanto as restrições governamentais cresceram significativamente no Egito e na França.

O Pew Center examinou leis ou outras políticas governamentais destinadas a banir determinadas crenças, limitar a prática, dar preferência a uma religião específica ou proibir conversões.

Os países mais restritivos ou hostis em relação a certas religiões incluem Índia, Paquistão, Indonésia, Egito, Irã, China, Mianmar, Rússia, Turquia, Vietnã, Nigéria e Bangladesh –embora na maioria dessas nações não tenham ocorrido alterações nos três anos.

Cristãos e muçulmanos, os dois maiores grupos religiosos do mundo, sofreram perseguição na maioria dos países. Fiéis de outras religiões também foram importunados. Os judeus, que perfazem menos de 1% da população mundial, foram alvo de restrições ou hostilidade em 75 países.

Fonte: Folha.com